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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Vida na Itália: Preparativos para o casamento

Meu Deus! Eu acho que vou ficar louca. Ainda bem que falta pouco para o casamento. Eu não fazia a menor idéia de que eram necessários tantos detalhes para se casar. E justo eu, que sempre fui uma pessoa tão prática. Na verdade, pensava: "É só ir lá e... casar." Na-na-ni-na-não! Ao invés disso, quando comecei a me envolver de verdade com o casamento, comecei a ver que nada era tão simples quanto parecia. Tudo começou em São Paulo com a "caça ao vestido de noiva". Depois que resolvi o vestido, já estava até comemorando a vitória antes do tempo, mas descobri que ainda havia uma séeeerie de coisas a ser feitas. 

A primeira coisa seria a escolha do restaurante. Aqui na Itália, as pessoas não fazem a festa de casamento em um buffet, como eu estava acostumada a ver no Brasil, e sim em restaurantes especializados em casamento que normalmente servem frutos do mar e outros (lagosta inclusa!). Começamos a procurar e depois de muito gastar sola de sapato (ou melhor, pneu de carro), os pais do Francesco disseram que conheciam um restaurante chamado "La Ginestra" que fica no Monte Conero aqui na Itália. Fomos visitar o restaurante e adoramos. 



O proprietário nos convidou para fazer a prova do que seria servido no dia. Nossa, nunca comi tanto em toda a minha vida. E tantas coisas diferentes. O sabor da comida é muito bom.

Havia três taças para cada pessoa, e eu não me lembrava para que servia cada uma delas. Daí perguntei à Ana (minha madrinha) para que serviam. Ela me disse que a maior era para água, a outra que era exatamente igual, só que em tamanho menor, era para o vinho e a mais baixa e gordinha, era para champagne. Fui toda contente contar pro Francesco minha nova descoberta, mas ele já sabia de tudo aquilo (claro).


Da esquerda para a direita: espumante, vinho e água

Ufa, o restaurante estava resolvido, mas faltavam os convites e lembrancinhas, as flores, o terno do Francesco e sapatos, a almofadinha para colocar as alianças... ai meu Deus! E agora descobri que no Monte Conero, faz frio à noite e preciso também de um bolero, echarpe ou o que for, para proteger os ombros.

Um beijo a todos!